Psicólogo clínico e formador certificado, André Laires faz também investigação na Universidade do Minho na área de psicologia.
Estreou-se como actor em 2008, no espectáculo “As Bacantes”, de Eurípides, com o qual se apresentou em Braga, Coimbra, Évora e S. Paulo, Brasil. Integrou o elenco de “Preconceito Vencido”, de Marivaux, e interpretou Júlio Freire em “Sabina Freire”, de Manoel Teixeira-Gomes, sempre sob a direcção de Rui Madeira. Numa co-produção da CTB com a Companhia de Teatro de Almada e a ACTA, foi Tróilo, em “Tróilo e Créssida”, de William Shakespeare, com encenação de Joaquim Benite.
Em “Último Acto”, de Anna Langhoff, Alexej Schipenko e Rui Madeira, tem trabalhado como assistente de encenação.
Auto da Barca do Inferno
Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010
Carlos Feio (Onzeneiro, Juiz)
Tem o curso de Formação Teatral da Escola do Centro Cultural de Évora e foi co-fundador do Teatro Independente Pronto, onde trabalhou como actor e encenador. Faz parte da Companhia de Teatro de Braga desde 1985, onde trabalhou com encenadores como António Moreno, Rui Madeira, Luís Varela, António Fonseca, José Ananias, Acácio de Carvalho, Saguenail, Mark Dornford-May, Gil Filipe, Fernando José Saraiva, António Durães, Jean Pierre-Sarrazac, José Caldas, Manuel Guede Oliva, Alexej Schipenko.
Alexandre Sá (Joane)
Alexandre Sá é licenciado em marketing, formador certificado e tem frequentado diversas formações na área das Artes Cénicas.
Iniciou a carreira profissional de actor em 2006 tendo já colaborado com a Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora, Companhia de Teatro de Braga, Associação Cultural Dois Pontos, Estaca Zero Teatro.
Estreou-se em Cinema com a curta-metragem já premiada no Festival Internacional de Cinema Independente de Braga, “Raízes”, e participou como actor nas Curtas-Metragens “A Mudança” e “Fotograma 23”.
Jaime Soares (Fidalgo; Judeu; Procurador)
Mestre em Ciências da Educação e licenciado em Filosofia e, é também actor formado pela Seiva Trupe e formador acreditado de expressão dramática. Foi professor de Filosofia no ensino secundário e, desde 1994, tem trabalhado como actor profissional. Faz parte do elenco permanente da Companhia de Teatro de Braga desde 1998. Em paralelo, tem orientado diversas acções de formação na área da expressão dramática.
Rogério Boane (Diabo)
Actor, bailarino e músico. Em Moçambique, trabalhou com o grupo de canto e dança Milorho e o grupo de teatro Xitlhango. Depois de participar num workshop da Cena Lusófona, foi escolhido para representar o seu país na peça “Quem Come Quem”, em 2000, após o que passou a colaborar em permanência com a Companhia de Teatro de Braga, passando a residir em Portugal. Desde então, trabalhou com os encenadores Rui Madeira, José Caldas, Jean-Pierre Sarrazac, António Durães, José Ananias, Alexej Schipenko, Manuel Guede Oliva e Stephan Stroux.
Solange Sá (Anjo)
Solange Sá é bacharel em Teatro-Interpretação pela ESMAE.
Trabalhou com Pierre Voltz, Nuno Cardoso e Andrzej Sadowski, Afonso Fonseca, e, em 2002, integrou a Companhia de Teatro de Braga, onde já foi dirigida por Rui Madeira, Manuel Guede Oliva, António Durães, José Ananias, Alexej Schipenko, Anna Langhoff e José Caldas.
Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
Será que a maledicência, o orgulho, a usura, a concupiscência, a venalidade, a petulância, o fundamentalismo, a inveja, a mesquinhez, o falso moralismo cristão… têm entrada directa no Paraíso? Ou terão de passar pelo Purgatório? Ou vão directamente ao Inferno? E a pé, de pulo ou voo? Aliás, onde fica e como designamos o Lugar onde estamos? E que paraíso buscamos? Uma revisão da CTB, em demanda da modernidade sobre o texto Vicentino e o prazer do jogo teatral. Um espectáculo (na sequência de Pára-me de Repente) sobre a nossa memória identitária.
Rui Madeira
Rui Madeira
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